O distanciamento social é uma das medidas mais importantes e eficazes para reduzir o avanço da pandemia da covid-19. A doença é causada pelo vírus SARS-CoV-2, mais conhecido como o novo coronavírus. A transmissão ocorre de pessoa para pessoa, pelo ar ou por contato pessoal com secreções contaminadas, como: gotículas de saliva, espirro, tosse, catarro, contato pessoal próximo, como toque ou aperto de mão, contato com objetos ou superfícies contaminadas, seguido de contato com a boca, nariz ou olhos.
Esse vírus tem a capacidade de ser passado de uma pessoa infectada para outra, mesmo que ela não apresente nenhum sintoma. Nesse sentido, apenas a prevenção adequada com o distanciamento social, o uso de máscaras e correta higienização das mãos, pode nos proteger. Quer entender melhor? Acompanhe!
O distanciamento social abrange diversos tipos de medidas para reduzir a circulação de pessoas em espaços coletivos públicos (ruas e praças) ou privados (shoppings, shows etc.). Dentre as medidas de distanciamento social, podemos citar a necessidade de evitar aglomerações e, assim, podem ser determinados: a paralisação de atividades não essenciais, como fechamento do comércio, com a exceção de serviços essenciais, como supermercados e farmácias; o cancelamento ou adiamento de eventos, como festivais; a paralisação das atividades escolares presenciais; e a adoção do sistema de trabalho remoto. Assim, evita-se a aglomeração, situação muito propícia para a transmissão do vírus.
Muitas pessoas acreditam que distanciamento social é a mesma coisa que lockdown, mas isso não é verdade. O distanciamento social pode ser vertical ou horizontal.
O distanciamento social horizontal pode ser feito de forma rígida ou flexível, dependendo da situação. A rígida estabelece apenas uma regra para todas as situações. Ela é feita quando não é possível controlar a transmissão em um local. Uma das formas mais rigorosas é o chamado lockdown, ou seja, bloqueio total da circulação.
Já o distanciamento flexível permite a abertura gradual de serviços à medida que conseguimos controlar o avanço da covid-19. Caso seja necessário, depois de um novo aumento do número de casos, o Governo pode adotar estratégias mais rígidas mesmo depois de ter flexibilizado.
Autores*: Ricardo Tadeu de Carvalho, Vitor Yukio Ninomiya, Gabriella Yuka Shiomatsu.
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